Blogue Oficial do MPT - Partido da Terra da Região Autónoma da Madeira

Terça-feira, 29 de Dezembro de 2009

MPT: GR deve compensar danos causados na agricultura


Dirigente do Partido da Terra assegura que "há enormes prejuízos"
DN-Data: 29-12-2009

O MPT esteve ontem em Câmara de Lobos para exigir do Governo Regional ajuda financeira aos agricultores que registam prejuízos provocados pelo mau tempo.Embora os bananais sejam um exemplo flagrante das consequências provocadas pelo vento forte, João Isidoro aponta também a devastação causada noutras culturas, desde os produtos hortícolas às árvores de fruto. "Ninguém responsabiliza a chuva e vento, mas já é justo responsabilizar o GR pelo apoio que é necessário dar a todas estas entidades", sustentou. Alega que "um pouco por toda a Região onde se produz banana há enormes prejuízos. Há milhares de bananeiras que o vento deitou ao chão". O mesmo acontece com outras culturas, que segundo o líder regional do MPT, "há enormes prejuízos", razão pela qual diz que "o GR tem obrigação de ajudar estas pessoas". Isidoro lembrou que "já no início deste ano houve enormes prejuízos e o GR não deu um cêntimo de apoio aos agricultores", só que agora considera que a situação "é muito mais grave". Daí o recado: "Os dinheiros que normalmente são anunciados pelo Governo que estão disponíveis para a agricultura, e estamos a falar de muitos e muitos milhões de euros, não devem ser utilizados só para as grandes festas ligadas à agricultura". Pediu por isso "sentido de responsabilidade por parte do GR". De resto o autarca do Partido da Terra lamenta que "quando acontecem estas situações o agricultor fica um pouco abandonado à sua sorte porque "o GR não lhes dá rigorosamente nenhum apoio", conclui.

O. D.

Isidoro pede apoio municipal em Cª. de Lobos e critica Santos Costa e Manuel António


MPT propõe apoios para recuperar danos
DN-Data: 27-12-2009

É um ataque em duas frentes. O líder do Movimento Partido da Terra na Madeira condena o silêncio das autoridades face aos prejuízos causados pelas chuvas que atingiram várias zonas da Região nas últimas semanas. Perante os estragos, sobretudo na semana do Natal, João Isidoro Gonçalves estranha que ninguém do Governo tenha visitado as áreas mais afectadas nem dirigido uma palavra de solidariedade aos madeirenses que mais perderam. Em termos municipais, Isidoro vai transformar a crítica numa proposta concreta. Quando estiver em reunião de vereadores, na próxima quinta-feira, o autarca vai sugerir ao presidente Arlindo Gomes a disponibilização de apoios directos da Câmara para as famílias que mais foram afectadas pelo temporal. Nas zonas do Estreito e do Curral das Freiras, essencialmente, Isidoro diz que houve estragos avultados a que a autarquia deve ajudar a suportar. O vereador reconhece que o mau tempo não é responsabilidade da Câmara, mas entende que a solidariedade deve ser materializada. Isidoro acredita que a Câmara pode, sem grande esforço, ceder apoios concretos e directos às famílias mais atingidas. "O Orçamento de Câmara de Lobos tem rubricas para fazer face a imprevistos desta natureza", diz o vereador do Partido da Terra. O autarca considera que o município tem o dever de ajudar, nem que seja apenas através da cedência de materiais que venham a ser utilizados para a recuperação de património edificado. A crítica ao Governo Regional é mais política. Enquanto líder do MPT/Madeira, Isidoro sente-se obrigado a fazer um reparo: os danos causados pelas chuvas mereciam outra atenção da parte do Governo. A crítica vai essencialmente para dois governantes: Manuel António Correia e Santos Costa. "Não tiveram sequer uma palavra de solidariedade para com as pessoas que foram mais atingidas", nomeadamente nos concelhos de São Vicente, Santana e Ponta do Sol. Isidoro nota que nenhum membro do executivo madeirense visitou as zonas que mais danos sofreram e sublinha que nos concelhos acima referidos houve estragos de alguma dimensão na agricultura e em equipamentos públicos. "Sei que chuva e vento não são da responsabilidade do Governo, mas o Governo tem o dever de prestar ajuda e solidariedade para com estas pessoas", atira o dirigente partidário. O silêncio do membros do GR é ainda mais estranho, acrescenta o dirigente do MPT-Madeira, quando se sabe que alguns estragos podem ser consequência de "negligência do Governo Regional devido a algumas obras públicas" cuja realização pode ter influenciado o curso das águas.
Miguel Silva

Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009

O MPT-Madeira deseja a todos os Madeirenses e Portosantensses um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.


Esta proposta do MPT foi aceite por unanimidade como ideia base para a eleboração de uma proposta da Câmara.



- Cedência gratuita aos Sábados e Domingos, de espaços no Mercado Municipal do Estreito de Câmara de Lobos, para os agricultores da Freguesia e do Concelho venderem os produtos agrícolas por si cultivados.

Propostas do vereador do MPT aprovadas por unanimidade na reunião da CMCLobos.




- Eventariação das barreiras arquitectónicas ainda existentes em edifícios e espaços públicos da responsabilidade do Município e de privados de acesso ao público.


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- Levantamento das necessidades habitacionais ainda existentes no Concelho de Câmara de Lobos.

João Isidoro

Propostas dos Autarcas do MPT na Junta de Freguesia do Estreito de Cª de Lobos:

PROPOSTA

Assunto: Casas de Banho Publicas no centro da Freguesia do Estreito de Cª de Lobos.

Na Freguesia do Estreito e durante muitas décadas existiu uma casa de banho pública.

Se, desde a sua construção a sua qualidade nunca foi a melhor, com o decorrer dos anos a mesma foi-se degradando, em grande parte, por desleixo das autoridades Camarárias e da Junta de Freguesia de então.

Mesmo assim tanto os residentes como as pessoas que nos visitavam utilizavam-na.

Em determinada altura, a Câmara Municipal pura e simplesmente destruiu-a, sem encontrar qualquer alternativa funcional. A partir daí as pessoas com necessidade de utilizar uma casa de banho são obrigadas a se socorrer dos estabelecimentos privados.

Hoje, em pleno século XXI, e com o desenvolvimento que o centro da Freguesia conheceu é de grande importância a sua construção, mas uma construção moderna, arejada e também com condições de utilização pelas pessoas com deficiência física.

Além disso, com a chegada da Via Rápida, o estreito prepara-se para receber um maior número de visitantes.

É necessário também, por questões de segurança e higiene, que haja uma pessoa responsável pela sua manutenção e limpeza diária


Por isso os eleitos do Partido da Terra propõem, que a Junta de Freguesia se necessário com apoio da Câmara Municipal inicie esta obra.


Estreito de Câmara de Lobos,11 de Dezembro de 2009
Os Membros do MPT-M na Assembleia de Freguesia
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PROPOSTA


Assunto: Fontanário Publico no centro da Freguesia do Estreito de Câmara de Lobos.

Na história da Madeira e em épocas em que não havia água canalizada nas casas, os Fontanários tiveram um papel importante na vida das pessoas.

O Estreito de Câmara de Lobos não fugiu à regra e grande parte da população, bem se recorda de alguns fontanários no centro do Estreito, que eram autênticos monumentos.
Referimo-nos aos que existiam onde está agora o Banco Totta, onde está a escadaria de acesso à Igreja.

E até os mais novos, recordam-se daquele que existia onde foi construído o Centro Cívico.

As suas demolições, deveram-se, é certo, a um conjunto de obras que vieram trazer desenvolvimento ao centro da Freguesia.

Hoje, e para repor a Historia do centro do Estreito, é urgente que se construa um fontanário, nas imediações do Largo do Patim, num local bem enquadrado e de bom gosto, que seja útil tanto para utilização da população do Estreito, como daqueles que nos visitam.

Esta é uma obra pequena, de baixo custo, mas de muito valor, tanto funcional como sentimental, sobretudo para as pessoas da Freguesia.

Os eleitos do Partido da Terra são de opinião que a sua construção está perfeitamente ao alcance da junta de Freguesia. Mas também são de opinião que a Junta pode sempre se socorrer do apoio da Câmara Municipal.

Pelo atrás exposto, os autarcas do Partido da Terra propõem que a Junta de Freguesia inicie no mais curto espaço de tempo a sua construção.


Estreito de Câmara de Lobos 11 de Dezembro de 2009
Os Membros do MPT-M na Assembleia de Freguesia

Intervenções dos Deputados do MPT da Assembleia Municipal de Câmara de Lobos.




Senhor Presidente da Assembleia Municipal
Senhor Presidente da Câmara Municipal
Senhores e Senhoras deputados Municipais

Esta é a minha primeira intervenção numa Assembleia Municipal.
Quero, por isso, aproveitar estar oportunidade enquanto moradora do Sítio do Pedregal, para falar exclusivamente da estrada de ligação Pedregal – Caldeira.

Esta é uma estrada há muitos anos prometida e muito desejada pela população ali residente.

Vejo com agrado que há no orçamento uma rubrica de 150 mil euros para lançar o concurso público já em 2010 e um milhão de euros para iniciar a referida estrada, se possível, no final de 2010 – início de 2011.

Esta é uma obra que o senhor Presidente poderá ficar ligado pela positiva ou pela negativa, depende de cumprir ou não desta vez a promessa até ao final de 2011.

Algumas famílias sobem e descem todos os dias mais de 550 degraus, falo por mim própria, enquanto moradora daquele sítio, para não falar das pessoas mais idosas e com problemas de saúde.

Muitas vezes nem a solidariedade dos Bombeiros consegue dar assistência às pessoas mais necessitadas em tempo útil.

Para finalizar, gostaria que o sr. Presidente me dissesse, olhos nos olhos, se desta vez o povo do Sítio do Pedregal pode confiar na sua promessa e na boa vontade da Câmara para resolver um problema que se arrasta há décadas.

Esta estrada, mais do que uma questão de partidos, é uma necessidade profundamente humana para quem ali vive.

Muito obrigado, sr Presidente da Câmara e senhores e senhoras deputados municipais
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Câmara de Lobos, 17 de Dezembro de 2009
Judite
Deputada Municipal pelo MPT na Assembleia Municipal de Câmara de Lobos
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Senhor Presidente da Assembleia Municipal
Senhor Presidente da Câmara Municipal
Senhores e Senhoras deputados Municipais

Quero em primeiro lugar no início da discussão do Plano e Orçamento da Câmara Municipal de Câmara de Lobos para o ano de 2010, desejar que todos os deputados municipais, independentemente do partido a que pertencem, contribuam com o seu trabalho para o desenvolvimento do Concelho e da qualidade de vida dos seus munícipes.

Ao analisar estes dois documentos, os deputados municipais do MPT concluíram que poderiam ser outras as prioridades em termos de obra social, bem como um conjunto de pequenas e médias obras municipais importantes para a qualidade de vida de muitos aglomerados populacionais do nosso Concelho.

Apesar das nossas discordâncias, fazemos votos para que a Câmara Municipal seja capaz de cumprir aquilo que hoje nos apresenta em termos de Orçamento e Plano para o ano de 2010.

O MPT vai abster-se no Plano e Orçamento.

Este voto significa dar à Câmara Municipal o benefício da dúvida no início deste mandato.

Os deputados municipais do Partido da Terra vão estar atentos, vamos fazer uma oposição séria e responsável. Vamos fiscalizar a acção do executivo camarário.
Vamos exigir ao PSD o cumprimento doas promessas eleitorais feitas aos eleitores de Câmara de Lobos a 11 de Outubro.

Vamos apresentar propostas concretas para ajudar a resolver os problemas do Concelho ao nível das pequenas e médias empresas, mas sobretudo das famílias.

Quero finalmente que o Senhor Presidente da Câmara nos responda às seguintes perguntas:

– Porquê tantas rubricas simplesmente “outros”, que representam no total alguns milhões de euros?

– Porque não especificar melhor os apoios às Juntas de Freguesias e às instituições desportivas, culturais e de solidariedade?

– Pode o Sr. Presidente garantir a esta Assembleia que a Câmara vai conseguir uma receita de cerca de 45 milhões de euros?

- Se não conseguir esta receita, como vai executar o Plano de Actividades e fazer face à despesa corrente?

5ª - Com uma receita prevista de 44 milhões de euros, não poderia manter o transporte gratuito do pessoal operário da Câmara?

– Para quando a construção de um cemitério na Freguesia do Jardim da Serra?

- Para quando a construção de casas de banho públicas nos centros das Freguesias do Estreito e de Câmara de Lobos?
João Evangelista
Deputado do MPT da Assembleia Municipal de Câmara de Lobos



PARTIDO DA TERRA-MADEIRA


Propostas para discussão na especialidade no Orçamento e Plano da RAM para 2010.

Alteração no funcionamento dos mercados abastecedores, equipando-os de modo a permitir que tenham condições técnicas, logísticas e financeiras, para receber os produtos agrícolas, para pagar aos agricultores num prazo de 15 dias e para os colocar, posteriormente, no mercado regional.


Abertura de vagas para Técnicos de Serviço Social no âmbito do Serviço Regional de Saúde e de Segurança Social da RAM.


Abertura de vagas para Psicólogos no âmbito do Serviço Regional de Saúde e de Segurança Social da RAM.


Abertura de vagas para Médicos de Medicina Dentária no âmbito do Serviço Regional de Saúde da RAM.


Estabelecimento de contratos programa entre o Governo Regional e as Câmaras Municipais a fim de construir algumas obras fora do alcance financeiro dos municípios, mas fundamentais para a qualidade de vida de certos aglomerados populacionais, nomeadamente vias de comunicação rodoviária.

Funchal, 17 de Dezembro de 2009
O Deputado Único do MPT-Madeira

Jaime Silva

Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

MPT quer melhor resposta na Saúde



Política
DN-Data: 15-12-2009

Pegando no exemplo do Centro de Saúde do Estreito de Câmara de Lobos, João Isidoro denunciou ontem que "a falta de médicos de família e de especialidade" se verifica também "na quase totalidade dos centros de saúde da Região". O líder do MPT acusou o GR de não ter feito "o investimento necessário" para que o Serviço Público de Saúde responda às necessidades dos utentes, que muitas vezes se vêem obrigados a "recorrer às clínicas ou aos consultórios privados". "Numa altura de crise", lembrou, "o GR deve fazer um investimento prioritário para aquilo que é fundamental para a qualidade de vida das pessoas", considerou. Isidoro diz que "não é compreensível nem aceitável que o utente do Serviço Regional de Saúde pague os seus impostos e tenha de esperar meses por uma consulta e mesmo assim muitas vezes não consegue", critica, a exemplo de "muitos cidadãos desta terra que aguardam por uma cirurgia no hospital". João Isidoro lembrou ainda que o MPT "já apresentou um projecto de resolução a recomendar ao GR a abertura de vagas para médicos de especialidade", nomeadamente "médicos dentistas, porque havia e há disponibilidade", mas a proposta foi "chumbada".Assim e em vésperas da discussão do Orçamento e Plano para o próximo ano, Isidoro lança o apelo: "Que o GR e o PSD tenham em conta esta realidade e aceitem as propostas que o Partido da Terra vai voltar a fazer em sede de discussão na especialidade", concluiu.

Olando Drumond

Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

João Isidoro diz que o seu partido apresentará algumas propostas



MPT admite aprovar o próximo orçamento
O Movimento Partido da Terra (MPT) não é favorável à proposta de Orçamento Regional que começa a ser discutida na próxima semana. Em conferência de imprensa realizada ontem, João Isidoro adiantou, contudo, que o seu partido vai apresentar, depois, na especialidade, algumas propostas. E admite que, depois disso, irão então decidir.De acordo com João Isidoro, após apresentadas as propostas na especialidade, e verificada a receptividade da maioria na Assembleia Legislativa da Madeira, o MPT irá, então, decidir qual será a sua votação no Orçamento Regional para o próximo ano. Já sobre a recente aprovação do orçamento rectificativo na Assembleia da República, o porta-voz do MPT disse não compreender a posição assumida em São Bento. É que, segundo João Isidoro, se o Governo da República pediu para aumentar em cinco mil milhões de euros a dívida, também deveria ter sido satisfeita a pretensão da Madeira, que precisava de 129 milhões para pagar aos fornecedores.Tal como afirmou, «o Governo da República apresentou um orçamento rectificativo na Assembleia da República, para aumentar em mais cinco mil milhões de euros a dívida do Estado. E o objectivo deste orçamento é pagar a fornecedores. O MPT é sensível a este argumento por parte do Governo da República. Mas, o MPT também é sensível à proposta do Governo Regional de um orçamento rectificativo para um empréstimo de 129 milhões de euros, tendo em conta que este dinheiro é para pagar aos fornecedores».Por outras palavras, referiu, «do mesmo modo que os partidos na Assembleia da República foram sensíveis à proposta dos cinco mil milhões para o Governo da República, do nosso ponto de vista, deveriam também ser sensíveis ao argumento da Assembleia Legislativa da Madeira, porque está em causa também o pagamento aos fornecedores. E há muitas pequenas e médias empresas que, neste momento, estão a fechar as suas portas, e estão em risco de encerrar, definitivamente, os seus estabelecimentos, mandando para o desemprego dezenas, ou centenas de trabalhadores, porque o Estado não pagam. E estes 129 milhões de euros seriam fundamentais para resolver».


Marsílio Aguiar

Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

João Isidoro reivindica medidas que facilitem acesso ao crédito




MPT exige aos bancos mais flexibilidade
Data: 10-12-2009

As exigências colocadas pelos bancos para a concessão de crédito a pequenas e médias empresas e às famílias, são consideradas, pelo líder do MPT, "imorais, escandalosas e inaceitáveis".Ontem, à porta do Banco de Portugal, entidade a quem compete fiscalizar a acção da banca, João Isidoro defendeu a aprovação de medidas legislativas para obrigar as entidades bancárias que receberam ajudas do Estado a facilitar o acesso ao crédito.O Partido da Terra vai enviar cartas ao primeiro-ministro e aos lideres parlamentares da Assembleia da República, em que defende a aprovação e legislação que obrigue os bancos a maior flexibilidade, no apoio à economia e às famílias.Isidoro defende um modelo de actuação idêntico ao que foi adoptado na Alemanha, onde a chanceler, Angela Merkle, fez aprovar medidas que obrigam os bancos a diminuir as exigências no acesso ao financiamento.O MPT está preocupado com a situação das empresas, que não conseguem empréstimos, o que põe em causa vários postos de trabalho.Se a situação não for resolvida na Assembleia da República, o partido vai avançar com uma proposta de lei, na Assembleia Legislativa, já em Janeiro do próximo ano.

Jorge Freitas Sousa

Isidoro teme fim da pequena e média agricultura madeirense

dn-Data: 07-12-2009

Foi junto ao mercado abastecedor dos Prazeres que João Isidoro manifestou-se, em nome do MPT, muito preocupado com a situação da agricultura na Madeira.O líder do MPT disse que, se o Governo Regional, mantiver a sua actual política, está seriamente comprometido o futuro da actividade dos pequenos e médios agricultores madeirenses.Isidoro diz que a agricultura regional tem, além as dimensões económica e social, uma dimensão de conservação da paisagem e até turística. Por isso, o Governo também "tem de assumir custos". Se o executivo está interessado em preservar a agricultura e fazer a Região ganhar em várias dimensões, "tem de assumir custos". Até agora os prejuízos têm cabido exclusivamente aos agricultores, afirma.
Élvio Passos

Intervenção do 25 de Novembro do deputado do MPT-M, Jaime Silva:

Senhor Presidente,
Senhoras e Senhores Deputados

É profundamente lamentável que na Madeira se questione sucessivamente qual a melhor data para comemorar, se este 25 de Novembro se o 25 de Abril! Se a revolução dos cravos, se a revolução das castanhas!

Achamos importante aproveitar todas as efemérides para saudarmos a conquista da Democracia que hoje, apesar de estar minimamente enraizada na nossa sociedade, tem sofrido diversos atropelos que muitas vezes a põem em causa. Mas não podemos pôr em causa o simbolismo dessas mesmas datas, deturpando mesmo o seu real valor.

Não podemos deixar de criticar todas as formas explícitas ou implícitas que procuram sorrateira ou deliberadamente subverter aquilo que estas datas nos quiseram legar!

Afirmo categoricamente que privilegiar esta data em relação ao 25 de Abril é um erro crasso. E estas formas aqui encontradas por alguns malabaristas que manuseiam a palavra democracia ao seu belo prazer, apenas demonstram que continuam a empobrecer este valioso conceito, reduzindo-o a uma simples disputa de movimentos.

Por um lado, uma esquerda dita mais extremista e outra moderada; por outro lado, um centrismo e uma direita que procuram desfazer aquilo que constituiu um dos melhores momentos da nossa História.

Infelizmente, temos assistido a inúmeros atentados à dignidade da nossa Democracia, atentados esses vindos de fora, entenda-se do “rectângulo rosa”, mas também desta pérola do atlântico!


Senhor Presidente,
Senhoras e Senhores Deputados

Poderia até aqui questionar de que vale comemorar estas datas quando nos últimos dois anos tivemos oportunidade de assistir à mais violenta perseguição aos direitos dos trabalhadores portugueses, perseguição essa perpetrada por um dos ditos defensores dos ideais do 25 de Abril, o partido socialista!

Os trabalhadores portugueses foram obrigados a sacrifícios enormes para hoje verificarem que de nada valeram, pois estamos pior do que estávamos.

A que mais nos vão obrigar para equilibrar contas e défices orçamentais?

A que mais nos vão obrigar para continuar a privilegiar interesses bancários e de grandes managers de empresas públicas em detrimento do interesse social e dos trabalhadores deste país?


Estamos a atravessar um dos piores momentos, senão mesmo o pior momento da história da nossa democracia pós 25 de Abri!

A crise na Justiça, a criação e alteração de leis para proteger os mais poderosos na fuga às suas actividades ilícitas provam que o país está à beira da ruptura.

A responsabilidade desta triste realidade só pode ser imputada aos dois maiores partidos que têm gerido o país ora no governo ora nos seus bastidores, formando um autêntico Bloco Central usurpador, controlador e manipulador de todo o sistema social, judicial e legislativo do nosso país.

Senhor Presidente,
Senhoras e Senhores Deputados

O PSD não tem moral política para pôr em causa os ideais do 25 de Abril, pois exerce ainda aqui na região um poder limitativo das liberdades dos cidadãos, consubstanciado num sistema político desgastado e num modelo de desenvolvimento ultrapassado e por isso em vias de ruptura.

Estamos no fim de uma era. Nem Governo Regional e nem muito menos o maior partido da oposição apresentam alternativas claras de governação à altura dos novos desafios.

O próprio partido socialista regional não tem também moral para vir para aqui evocar os ideais do 25 de Abril, pois tem defendido todos os ataques que atrás enunciei desencadeados contra os que mais trabalham no país e na região.

E se a razão assiste a quem acusa os socialistas de destruírem direitos legítimos advindos do 25 de Abril, porque não voltar a comemorar esta data aqui na Região?


Jaime Silva

Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

MPT apela à adesão do programa dos painéis solares




Programa de financiamento do Governo acaba no fim deste ano
DN: Data: 01-12-2009
O Partido da Terra apela aos madeirenses para que adiram ao programa da República, que permite ter painéis solares para aquecimento de águas, a um preço subsidiado.Álvaro Araújo, em nome do partido, lembrou que, além da comparticipação do Estado, ainda é possível recuperar 30% do investimento, através do reembolso do IRS. O MPT lembra que, quem não tiver dinheiro, pode recorrer ao financiamento bancário e que há prestações a partir dos oito euros. A medida permite também reduzir a dependência energética da Madeira, em relação ao exterior. O programa termina no fim do ano.
Élvio Passos

MPT quer atenção aos agricultores


DN-Data: 30-11-2009

O dirigente do MPT-Madeira, João Isidoro, apelou ontem ao Governo Regional para ter em atenção a agricultura madeirense no Orçamento e Plano para 2010."Apelamos ao Governo Regional para ter em atenção aquilo que a agricultura madeirense significa para muitas famílias que ainda hoje dependem desta actividade", disse João Isidoro em conferência de imprensa.O dirigente do MPT-M considerou ser o momento do Governo Regional passar "das palavras aos actos no sentido dar a este sector o apoio que os agricultores consideram necessários".O Orçamento Regional para 2010 contempla uma verba que ascende a 24 milhões de euros para a agricultura e o desenvolvimento rural.

MPT quer mais atenção às pequenas obras


DN-Data: 28-11-2009
O Movimento Partido da Terra esteve ontem de manhã em Santa Cruz para pedir à Câmara Municipal local e mais concretamente ao vereador que tutela as obras públicas, Jorge Baptista, uma maior atenção às pequenas obras.O porta-voz da iniciativa, Jaime Silva, deputado na Assembleia Legislativa da Madeira e ex-candidato do MPT à autarquia santa-cruzense diz que a Câmara tem esquecido nas obras mais pequenas, "que muitas vezes são de grande importância para as populações". "Existe muita insatisfação no concelho sobretudo ao nível das pequenas obras, com pequenas vias de acesso e há situações de famílias que estão à beira de um ataque de nervos por obras que foram mal feitas e que não têm continuidade". Este destaca depois alguns acessos que estão a necessitar de maior atenção no concelho, como o Caminho do Salão, o Caminho Diogo Dias e a estrada José Quintal, no Caniço. Outra das críticas de Jaime Silva vai para as deficiências de atendimento do vereador Jorge Baptista. "As pessoas deparam-se no dia-a-dia com a ausência do vereador das obras e quando este marca uma hora a dizer que atende, demora horas até fazê-lo, atrasa-se e deixa as pessoas à espera".
Marco Freitas