Blogue Oficial do MPT - Partido da Terra da Região Autónoma da Madeira

Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012


"Todos querem comer no mesmo gamelão"


Deputado do MPT acusa o CDS de demagogia

FOTO ARQUIVO

"Todos os partidos aqui representados, do mais pequeno ao maior, querem comer este dinheiro, todos querem comer nesse gamelão", afirmou o deputado do MPT, no debate da proposta do CDS-PP que corta 30% do 'jackpot'.
Roberto Vieira acusa o CDS de "demagogia" por apresentar uma proposta que sabe que o PSD vai chumbar e deixar tudo na mesma.
Antes, Rubina Sequeira afirmou que a redução não deveria ser de 30, mas de 80%, ou mais e lembrou que o PND entrega à população, todos os meses, a subvenção que recebe.
Rui Almeida (PAN) considera que esta é uma oportunidade de os partidos darem o exemplo e conquistarem credibilidade para pedir sacrifícios aos madeirenses.

Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012


MPT quer debater reforma da ALM

Roberto Vieira acusa o CDS representar o papel de "bonzinho"

Assembleia estará a pagar 5.000 euros de renda na Rua João Gago.
Ferramentas
Interessante
Achou este artigo interessante?
 
O deputado do Partido da Terra vai apresentar, na próxima semana, um requerimento para que seja constituída uma comissão eventual para estudar uma reforma profunda da Assembleia Legislativa da Madeira. O objectivo de Roberto Vieira é permitir que sejam "estudadas todas as variáveis de custos e saber onde se pode reduzir despesas".
O deputado do MPT diz que o que tem acontecdido, até agora, "é um autêntico leilão", com partidos, como o CDS, a apresentarem propostas para redução de despesas e o conselho de administração a tomar medidas avulsas, como cortar no papel, nas fotocópias ou nos telefones dos grupos parlamentares.
Roberto Vieira acusa a administração do parlamento de não ser coerente, uma vez que, ao mesmo tempo que "corta nos telefones dos deputados e na fita-cola, mantém o edifício da Rua de João Gago, quase em exclusivo para esse conselho de administração e que custa 5.000 euros mensais de renda". O MPT entende que "todas as estas questões têm de ser discutidas".
O deputado também não poupa o CDS-PP, que propôs uma redução de 30% nas verbas transferidas para os grupos parlamentares e acusa o partido de José Manuel Rodrigues de demonstrar "grande dificuldade" para gerir duas situações opostas. "O CDS, desde as últimas eleições nacionais, tem sentido dificuldades em ser poder, em Lisboa e oposição, na Região". A opção, acusa, tem sido a apresentação de medidas populares, na Madeira.
"De segunda a sexta-feira, o líder do CDS aprova, com o PSD, todas as medidas de austeridade e, ao fim-de-semana, vem à Madeira e é um arraial de medidas populares", explica.
Desafio ao CDS
O MPT não tem dúvidas de que se o CDS-PP fosse chamado "a uma solução de governo" na Região, iria comportar-se como em Lisboa, associando-se a todas as medidas de austeridade do PSD. Roberto Vieira acusa dos democratas-cristãos de "hipocrisia" e dá como exemplo o facto de os deputados do CDS terem trabalhado na terça-feira de Carnaval, contrariando uma tradição madeirense. E vai mais longe, lançando um desafio. A proposta do CDS de revisão do Estatuto Político-Administrativo acabava com as reformas vitalícias e com os subsídios de reintegração dos deputados, o MPT desafia o líder do partido proponente a anunciar que vai renunciar a essa reforma do parlamento e os deputados a assumirem que não vão pedir subsídio de reintegração.

Diz estar "farto" do papel de "bonzinho" que o CDS tem "representado na Madeira" e questiona os efeitos das várias medidas que foram anunciadas, como a solução para o CINM, o plano de resgate ou o JM. "Foi tudo zero", conclui.

Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012


MPT denuncia obras em atraso em Câmara de Lobos

Publicado a 27 Fevereiro 2012 por João Toledo
João Isidoro aponta que o Governo Regional “ainda não enviou um único cêntimo” para o concelho no âmbito da Lei de Meios.
O MPT denunciou hoje, em conferência de imprensa, que tem recebido muitas queixas da população de Câmara de Lobos relativas a pequenas e médias obras, “umas da responsabilidade da câmara e outras do Governo Regional”, que “há vários anos esperam por uma intervenção”.

“Estas situações agravaram-se com o temporal de 20 de Fevereiro de 2010”, apontou João Isidoro, dando como exemplo a estradas Covão/Panasqueira que “está completamente destruída”, situação que representa grandes riscos para a circulação automóvel.
O dirigente do MPT frisou, também, que existem no concelho de Câmara de Lobos diversas estradas municipais e regionais onde aconteceram derrocadas. “Até hoje as referidas acessibilidades não foram alvo de obras de intervenção, pondo em risco a circulação automóvel”, observou.
João Isidoro denunciou, igualmente, que após o temporal de 20 de Fevereiro o Governo Regional “ainda não enviou um único cêntimo” para o concelho de Câmara de Lobos, lembrando que a câmara elaborou um relatório a dar conta dos prejuízos.
“Se já vieram mais de 200 milhões de euros no âmbito da Lei de Meios não é aceitável que o governo não tenha transferido para Câmara de Lobos dinheiro para ao menos resolver as obras prioritárias”, concluiu o dirigente do MPT.

Domingo, 26 de Fevereiro de 2012


MPT exige obras de reconstrução no Ribeiro Serrão

Actualizado ontem, às 11:46
Foto: Arquivo

O MPT foi esta manhã ao Ribeiro Serrão, na Camacha, acusar o Governo Regional de “má gestão das verbas da Lei de Meios” e reivindicar a recuperação de uma estrada que foi danificada no temporal de 20 de fevereiro de 2010.
Segundo afirmou o militante do MPT Jaime Silva a “intervenção que aqui foi feita foi apenas no início, depois mais ninguém interveio. A estrada que serve esta localidade está praticamente intransitável numa das vias e a população está totalmente descontente com isto”.
No entender de Jaime Silva esta situação é um “exemplo claro que o Governo Regional não está a aplicar bem a Lei de Meios e até dizemos que a Lei de Meios desviou-se da Camacha porque até aos serviços de transporte estão a ameaçar deixar de fazer o serviço porque não têm condições para fazer determinadas manobras em segurança”.
Face a estas situações o MPT apela ao Governo Regional que proceda aos trabalhos de recuperação desta via o mais rapidamente possível. “Deixamos um desafio à Câmara Municipal de Santa Cruz e à Junta de Freguesia para que estabeleça a comunicação devida com o Governo Regional no sentido da situação ser reposta no Ribeiro Serrão”, remata Jaime Silva.

Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012



43 cêntimos por dia para 1,6 milhões de portugueses



"os pensionistas portugueses vão perder poder de compra ao longo deste ano. As actualizações das pensões ontem fixadas em Diário da República não vão além dos 2,7 por cento e este valor apenas é aplicado à pensão mínima, de 230,16 euros. A grande maioria dos reformados terá um aumento de 2,4 por cento, o que se traduz num acréscimo máximo de 43 cêntimos por dia para os 1,6 milhões que têm reformas até aos 400 euros mensais. O Governo defende que os valores garantem a manutenção do poder de compra mas o certo é que a subida dos bens essenciais tem sido superior".

Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2012

CDS-MADEIRA - COERENTE!




Depois do deputado Lino Abreu ter afirmado à RTP-M, que os trabalhadores madeirenses gozavam de muitos feriados e que não deveria haver tolerância de ponto na Terça-feira de Carnaval, hoje, Terça-feira, dia de Carnaval e de tolerância geral, foi a vez do restante CDS, nomeadamente o seu grupo parlamentar trabalhar num acto de afronta à tradição dos trabalhadores madeirense. Justiça seja feita, o CDS está a ser coerente com  a sua ideologia.

"Negligência" em Machico


Ontem, no Porto da Cruz, o MPT  manifestou descontentamento face à atitude do Governo Regional e da Câmara Municipal de Machico, que, segundo João Isidoro, não têm "preocupação" em atender a um conjunto de pequenas obras que poderiam "melhorar a qualidade de vida das pessoas".
"O que se verifica, hoje, no concelho de Machico, é que há pequenas obras que não têm elevados custos, mas são fundamentais, e o que tem havido é negligência por parte destas entidades para responder àquilo que são os desejos das pessoas", salientou.
João Isidoro também deu dois exemplos de atitudes que têm dificultado a vida à população do Porto da Cruz, como a retirada de guindastes, no cais do Porto da Cruz, que serviam para levar os barcos ao mar e uma lixeira a céu aberto, junto ao calhau local, situações que, de acordo com João Isidoro, são da responsabilidade da autarquia local.

João Isidoro escreve à Ministra da Agricultura




Líder do MPT reivindica 26 milhões de euros em falta do Governo Central.

O Partido da Terra vai enviar esta segunda-feira uma carta dirigida à Ministra da Agricultura reivindicando 26 milhões de euros que, segundo diz o presidente da estrutura do MPT na Região, "o Estado deve à Madeira".

Todavia, o alcance dos dirigentes do partido de João Isidoro é outro. Querem 'beliscar' o mediatismo dos centristas populares madeirenses. De acordo com João Isidoro, o líder dos 'populares' na Madeira deveria "aproveitar a sua influência" junto de tutelares de pastas no Governo da República para trazer "benefícios" e não "castigar" tal como vem acontecendo com medidas aprovadas pelo Executivo de coligação PSD-CDS/PP.

Seja como for, o DIÁRIO teve acesso ao teor da missiva e entre vários considerandos, pode ler-se que a representação do MPT na Assembleia Legislativa "apela aos bons ofícios" da ministra Assunção Cristas, exortando que a governante salde o mais rápido possível a dívida que seria "exclusivamente para ser gasto no sector".

Por temer que se possa perder verbas comunitárias a fundo perdido, João Isidoro deixa claro que o dinheiro poderia perfeitamente servir para as autarquias locais terem capacidade financeira candidatando-se a diferentes candidaturas disponíveis no quadro vigente.

Aliás, pede mesmo à tutelar do cargo da Agricultura nacional não deixe margem de manobra para que o dinheiro seja canalizado para fora deste âmbito.

O líder do MPT na Região defende igualmente que o envelope financeiro possibilitaria "desenvolver o sector agrícola", assim como "não deixaria desertificar os terrenos".

O dirigente do Partido da Terra a escassas 24 horas de enviar para Lisboa a carta, argumenta que os milhões em falta poderiam servir para "a construção de caminhos agrícolas" incrementando a "pequena agricultura" como abrangeria "áreas de exploração com muito potencial", resume.

Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2012


MPT exige fim de benefícios aos políticos

Publicado em 15 Fevereiro 2012 por Fabíola Sousa
MPT quer que o Governo Regional dê o exemplo nesta época de crise.

No Parlamento Regional foram restabelecidos os trabalhos. Continua a ser discutida a actualização ou revisão do estatuto político admistrativo com a intervenção do deputado único do MPT Roberto Vieira.
O parlamentar do Partido da Terra lembrou que é fundamental a actualização do estatuto político administrativo porque este “está desactualizado desde 2004″.
Roberto Vieira pede a diminuição do dinheiro que é entregue aos partidos e o extinção da acumulação de reformas e vencimentos dos políticos e apela ao Governo para que o presidente do executivo regional seja o primeiro a dar exemplo abdicando de uma das suas remunerações.

Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012


Perseguição? Olhe que não!

 
João Isidoro - Presidente do MPT-M

Há dirigentes do CDS-M que ficam muito irritados quando alguém ousa criticar ou simplesmente discordar das opções políticas do seu partido.
Mais grave ainda é esses dirigentes considerarem um direito de opinião como uma perseguição. Vem isto a propósito de comentários proferidos por alguns dirigentes do CDS, através das redes sociais e de outros comentários, chegando muitas vezes à ofensa. Para que fique registado, não há da minha parte e do meu partido nenhuma estratégia de combate ao CDS, há, isso sim, o direito a discordar ou a concordar. É assim a democracia, é assim o combate político. 
Agora, o que o CDS não pode esconder é que teve um comportamento de denúncia e bem relativamente às medidas de austeridade do governo do PS - José Sócrates e agora outro completamente diferente quanto às medidas ainda mais cruéis por parte do Governo PSD/CDS de Portas e Passos. Importa referir que as medidas de austeridade contidas no OE-2012 e outras aprovadas na AR obtiveram o voto favorável e o aplauso do líder regional do CDS, o que não aconteceu no tempo de Sócrates.
Criticar esta incoerência não é perseguir, por exemplo no resgate financeiro à Madeira o CDS no Governo está solidário com as medidas que irão afectar ainda mais a vida das famílias e das pequenas e médias empresas madeirenses. Neste caso concreto, se o CDS está contra,  então JMR que apresente na AR um voto de protesto contra a maioria PSD-CDS, assim as coisas ficariam claras. O CDS quer ao mesmo tempo sol na eira e chuva no nabal. Não é possível! Ao CDS-M vai valendo ter os media aos seus pés, o que não sucedeu com PS-M enquanto governo na República, mas cuidado, tudo tem um tempo e para todas as partes.

Domingo, 12 de Fevereiro de 2012


MPT quer melhor acesso aos transportes públicos para a população do Caniço 

Partido realizou iniciativa política junto à igreja paroquial



O MPT esteve esta manhã no Caniço para falar das dificuldades da população no acesso aos transportes públicos. Junto à igreja paroquial, Jaime Silva salientou que há moradores de algumas zonas da freguesia, como os que residem no Garajau ou Reis Magos, que têm de andar imenso para apanhar o autocarro na estrada regional para o centro da cidade de Santa Cruz, sempre que precisem de tratar de algum assunto nos departamentos camarários ou outros serviços que apenas existem na sede do concelho.
"O que nós achamos é que o Caniço merece um serviço público de transporte para Santa Cruz, como a Camacha tem, por exemplo, nem que seja de manhã, para que essas pessoas tenham um serviço para deslocarem-se facilmente a Santa Cruz"."
Mas este não é o único problema da freguesia ao nível dos transportes. Jaime Silva sublinha que há localidades que nem acesso têm a transportes públicos. Dá os exemplos dos sítios da Olaria, Castelo e entre a Mãe de Deus e os Reis Magos. "Nestas localidades, há pessoas que fazem mais de mil metros para aceder a um autocarro de serviço público",disse.
O dirigente do MPT lembrou que já há vários anos que o partido manifesta estas preocupações da população, mas "a Câmara Municipal tem dormido sobre o assunto e a Secretaria dos Transportes tem-no "ignorado".

Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012







MPT solidário com trabalhadores da ILMA lança apelo à CMF



O MPT-Madeira foi esta manhã até às instalações da ILMA manifestar a sua solidariedade para com os cerca de 90 trabalhadores da empresa e apelar à Câmara do Funchal que seja sensível às necessidades dos trabalhadores e de laboração e volte a ligar a água.
Falando junto à ILMA, o dirigente do MPT-M Roberto Vieira fez “um apelo à Câmara Municipal do Funchal, que como todos nós sabemos cortou a água, e nenhuma empresa em dificuldades pode funcionar sem água. A Câmara Municipal tem de ser sensível a esta situação, pois o que está em causa são dezenas e dezenas de postos de trabalho e dezenas e dezenas de famílias”.
Roberto Vieira apelou ainda à administração que cumpra as suas responsabilidades para com os trabalhadores, designadamente o pagamento dos salários em atraso. No entender do MPT-M a ILMA deve manter-se aberta, na medida em que “produz produtos regionais”.
Aquele dirigente do MPT-M pediu também ao Governo Regional que “tome medidas para que impeça fechar uma empresa como esta, pois esta é uma empresa que dá trabalho a cerca de 90 trabalhadores, produz produtos regionais e aproveita da agricultura muita produção regional”.
Na opinião de Roberto Silva o Governo Regional, enquanto proprietário de uma parte da ILMA “deve também de assumir as suas responsabilidades”.


Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012


Lino Abreu - Deputado e Vice-Presidente do CDS-M, defendeu em declarações à RTP-M, que os trabalhadores madeirenses gozam de muitos feriados e que a tradição de tolerância de ponto na 3ª feira de Carnaval deveria acabar.


Esta será a postura do verdadeiro CDS se um dia participar na governação da Madeira.

MPT quer PSD e CDS a pedir "perdão a Deus e aos eleitores"


O MPT reuniu a sua Comissão política e decidiu fazer um desafio ao PSD e ao CDS. Já que andam nas portas das igrejas, supostamente a explicar o Programa de Ajustamento Económico e Financeiro, aproveitem para pedirem "perdão a Deus e aos eleitores".
O MPT considera que as medidas de austeridade, que estão a ser impostas aos madeirenses, têm dois grandes responsáveis. PSD e CDS. Os social-democratas pela governação que tiveram, "sempre com maioria absoluta". O CDS pela coligação que mantém no Governo da República.
João Isidoro lembrou medidas de austeridade como o aumento dos transportes e o encerramento de urgências.  
 

Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012


MPT pede atenção aos agricultores


FOTO ARQUIVO

O MPT deslocou-se, hoje de manhã, ao Porto da Cruz para dar voz à insatisfação dos agricultores locais, pelo facto de um caminho agrícola local ainda estar por terminar há mais de dez anos, na ligação entre o Folhadal e o Serrado, quando agora as entidades regionais incentivam o regresso à agricultura e à dinamização da economia regional.
"Como é que é possível, num cenário em que há fundos europeus disponíveis, e a fundo perdido, para a requalificação e criação de caminhos agrícolas, isto se arraste há dez anos", questionou Jaime Silva, perguntando ainda "o que anda a Câmara Municipal de Machico a fazer" e pelo que espera o Governo Regional para fazer um levantamento de todas as situações, a nível da Região, que têm a ver com a requalificação e construção de caminhos agrícolas para poder criar condições às populações.
"Nós não entendemos, ninguém entende como, por um lado, se alerta para valorizar a produção regional e, por outro, não se criam condições", rematou.